Dor que não passa costuma ter história
Dor persistente raramente se explica apenas pelo local onde dói. A avaliação reconstrói a linha do tempo: quando começou, o que aconteceu antes, quais tratamentos já foram feitos e o que muda a intensidade da dor.
Cirurgias, cicatrizes, traumas físicos e eventos com carga emocional relevante são considerados, mesmo quando não têm relação temporal direta com o início do sintoma.
Quadros frequentemente avaliados
- Dor cervical, dor lombar e dor de cabeça recorrente
- Dor pélvica persistente e dor associada ao ciclo menstrual
- Dor difusa, com sono não restaurador e fadiga
- Dor em região de cicatriz cirúrgica ou de trauma antigo
- Quadros com alta reatividade ao estresse e sinais de desregulação autonômica
Estratégias possíveis
Conforme a avaliação, o plano pode incluir acupuntura especializada, acupuntura neurorreguladora e terapia neural, estratégias de neurorregulação, cuidado com sono e estresse e suporte nutricional.
Cada uma tem objetivo declarado, número previsto de sessões e critério de reavaliação. Nenhuma é aplicada por rotina.
Perguntas frequentes
O que são campos interferentes?
É o termo usado para regiões — frequentemente cicatrizes ou áreas de trauma antigo — que podem manter estímulo sobre o sistema neurovegetativo e participar da manutenção de sintomas à distância. É uma hipótese de trabalho investigada na avaliação, não um diagnóstico automático.
Preciso parar meus analgésicos?
Não. Medicações prescritas continuam sob responsabilidade de quem prescreveu. Qualquer ajuste é decisão médica.
Quantas sessões são necessárias para dor crônica?
Não existe número padrão. A previsão inicial é definida no plano e revista nas reavaliações, conforme a resposta observada.
Dor nova e intensa deve ser avaliada aqui?
Dor de início súbito e intensa, com sinais de alarme, é caso de avaliação médica de urgência. Este consultório não é serviço de urgência.
Limites e cuidados
- O conteúdo desta página é informativo e não substitui avaliação médica, exames convencionais ou tratamentos prescritos.
- Nenhuma estratégia é aplicada por rotina: indicação, frequência e duração dependem da Avaliação Clínica Integrativa.
- Não há promessa de resultado. O que existe é um plano construído caso a caso e revisto a cada reavaliação.
